Axel Stone
Ex-policial e um dos protagonistas principais.
Documentado para esta versão
D-pad | Mover o personagem |
|---|---|
A | Usar um ataque especial Consome energia especial. |
B | Executar um ataque normal |
C | Pular |
Controles baseados no controle padrão de três botões do Sega Genesis.
Como funciona
A visão lateral acompanha fases com rolagem horizontal e, às vezes, caminhos alternativos. O objetivo é derrotar grupos de inimigos, superar perigos e alcançar o chefe de cada fase.
O jogador pode se mover, pular, atacar, agarrar e arremessar inimigos, usar armas e gastar uma barra com técnicas especiais. A campanha pode ser jogada por uma ou duas pessoas e passa por áreas urbanas, industriais e subterrâneas. Certos eventos e caminhos podem alterar o desenvolvimento e o final.
Planeje sua partida
Use arremessos para interromper grupos de inimigos e mude de posição antes de ser cercado. Guarde a barra especial para chefes ou trechos sem armas disponíveis.
Conheça o elenco
Ex-policial e um dos protagonistas principais.
Artista marcial e ex-policial que combate o sindicato.
Lutador veloz que usa patins.
Cientista ciborgue capaz de transformar sua arma.
Mestre de artes marciais ligado ao sindicato, jogável em determinadas condições.
Líder do sindicato criminoso e antagonista central.
Antes de começar
Armas e elementos do cenário ajudam a controlar grupos com mais segurança.
A dificuldade é consideravelmente maior que em Bare Knuckle II; posicionamento cuidadoso é essencial.
Contexto editorial
Um beat 'em up de Genesis profundo e tecnicamente ambicioso, embora seu ritmo e sua dificuldade sejam severos.
Bare Knuckle III é um beat 'em up de ação com rolagem lateral desenvolvido pela Sega AM2 e publicado pela Sega para o Sega Genesis em 1994. Axel Stone, Blaze Fielding e seus aliados enfrentam um novo plano do sindicato criminoso, que pretende espalhar o caos e controlar a cidade. O jogador luta sozinho ou em cooperação para dois jogadores usando golpes, agarrões, arremessos, armas e ataques especiais. O jogo é conhecido pelo ritmo mais rápido, pelo sistema de combate ampliado, pelas rotas alternativas e por uma história de ficção científica mais sombria. A versão japonesa foi elogiada pela ambição técnica e pela profundidade do combate. Já a versão ocidental, Streets of Rage 3, teve recepção mais dividida por causa da dificuldade elevada e das mudanças importantes.
Entrada do catálogo mantida por EmuGamers Editorial Team
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